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Review | NBA Live 19

Antes de falar sobre NBA Live 19, preciso fazer uma consideração acerca da experiência que tive com a franquia.

Confesso que tentei jogar o NBA Live 16 quando ele saiu no EA ACCESS, mas achei a jogabilidade travada e complicada, o que fez com que minha vontade de jogar fosse lá para o chão.

Pelo jeito não foi apenas eu quem não gostou do NBA Live 16, pois a EA não lançou o NBA Live 17, pulando direto para o NBA Live 18.

Não é segredo que em matéria de games de basquete a produtora 2K com seus NBA2K vinham dando uma surra nos NBA Lives da EA. E esse ano sabático entre NBA Live 16 e o NBA Live 18 serviu para que a EA fizesse ajustes necessários para voltar a ser competitiva.

NBA Live 19, lançado em 07 de setembro de 2018 para Xbox One e PlayStation 4,  veio para demonstrar mais um passo nessa difícil missão da EA em confrontar-se com a 2K.

Assim como na versão anterior, o carro chefe é o modo “The One”, onde você cria um atleta que inicia sua jornada em quadras de rua, até sua entrada na NBA e o desenvolvimento de sua carreira. Na criação do personagem, é possível escolher qual tipo de jogador ele será, utilizando como parâmetro algumas estrelas da NBA, o que te ajudará a entender melhor o resultado que você terá com a escolha do estilo. Cada estilo traz uma árvore de habilidades específica, relacionada ao perfil do atleta escolhido.

A novidade na versão 2019 no modo “The One” é que você pode criar uma jogadora.

A cada fim de partida você ganha pontos para melhorar os atributos de seu jogador. Também ganha itens cosméticos, de marcas e grifes famosas, tais como tênis, camisetas etc.

Uma das coisas legais é que você pode customizar a sua própria quadra, deixando ela com estilo e cores de sua preferência.

A jogabilidade está bem fluída, e a movimentação dos jogadores está bem convincente. As animações do jogo estão muito bem feitas, reproduzindo o comportamento real dos jogadores.

Um ponto negativo para o público brasileiro é a falta de legendas em português, tornando a experiência do modo “The One” muito ruim para quem não sabe se virar no inglês. É de se entender a falta de localização para Brasil, tendo em vista que o basquete faz tempo que não figura entre os esportes mais famosos do país. Na década de 90 a NBA era transmitida ao vivo em TV Aberta. Bons tempos!

Assim como FIFA, aqui temos o modo Ultimate Team, que funciona de forma parecida. Não é o carro chefe da série, mas é divertido para quem curte este estilo de montagem de time.

O modo Franchise é interessante, você escolhe um time e além de controlá-lo dentro da quadra, você o administra, desde a contratação de jogadores até a escalação do time, dentre outras obrigações de um manager.

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Este review foi produzido com uma cópia de Xbox One cedida pela assessoria de imprensa da Eletronic Arts no Brasil.

Gustavo Vegas
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